
terça-feira, 18 de março de 2008
terça-feira, 11 de março de 2008
É colorida a Primavera Pássaros a voar,
3ª ano A Escola dos Assentos
borboletas a pousar.
Toda a Natureza voltou a ser como era
E as flores estão a desabrochar.
Campos verdinhos e floridos
Abraçam abelhas e joaninhas
Gafanhotos e grilos bem vestidos
Cantam canções com vozes afinadinhas
Alguns seres acordem do sono profundo
Outros saem do casulo em forma de lagarta
Voltem de novo a olhar o mundo
As asas das borboletas parecem chuvas de prata.
A pequenada corre alegremente pelos jardins
Debaixo do céu azul e de um sol brilhante
E sem mal rebolaram sobre o canteiro de jasmins
Os dias são fascinantes, mas hoje foi inquietante.
3ª ano A Escola dos Assentos
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
sábado, 29 de dezembro de 2007
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
A AMIZADE CULTIVA-SE / CONSTRÓI-SE
Uma boa colheita requer determinados cuidados com a sementeira. Para a sementeira é necessário cuidar da terra (solo), ter sementes boas e condições climáticas adequadas.
No ano lectivo 2004/2005 apresentaram-me as sementes, umas melhores, outras menos boas. Podem dizer que todas eram boas, o agricultor é que não soube cuidar delas. Talvez, mas as menos boas não cresceram, apesar dos cuidados serem os mesmos. Ao longo do tempo, o agricultor cuidou da terra, o clima foi sendo favorável e, no final do ano, as sementes saudáveis cresceram facilmente.
No ano lectivo seguinte, 2005/2006, juntou-se à nossa sementeira um conjunto de sementes muito inibidas, caladas, pois sentiam-se despojadas da sua terra de origem. Passado algum tempo, começaram a misturar-se com as outras e foram acompanhando o seu crescimento. Adaptaram-se ao nosso espaço e, penso, acabaram por crescer felizes no meio de nós.
Em 2006/2007, a colheita foi excelente, salvo raras excepções, pois, como diz o ditado, não podemos agradar a Gregos e a Troianos.
Sinto-me feliz e muito lisonjeada pelo título que deram ao vosso/nosso blog. Não sei se mereço tal elogio.
Na minha opinião, as minhas sementes eram muito boas. Claro que, ao longo dos três anos de mútuo convívio, fomos aprendendo a conhecer-nos, a respeitar-nos e a convivermos em família. Cedências de um e de outro, zangas sem importância, conversas, exigências, trabalho e, por vezes, brincadeira, enfim, trabalhámos e divertimo-nos dentro dos limites estabelecidos.
É-me muito grato reconhecer que consegui dar e também receber muito.
Agora que cada um procura o seu rumo cultivem a amizade, mas não se esqueçam destes anos maravilhosos. É certo que vão conhecer muitas pessoas, vão ter novos amigos, mas não soltem os laços que nos unem.
Vou ficar muito feliz, já de bengala, ao saber que estão bem na vida, que são cidadãos de sucesso e que se mantêm amigos como agora.
Lembrem-se que assim como o agricultor tem de cuidar bem da sementeira para obter uma boa colheita, também uma boa AMIZADE precisa de ser bem construída e cultivada.
Mª dos Anjos
No ano lectivo 2004/2005 apresentaram-me as sementes, umas melhores, outras menos boas. Podem dizer que todas eram boas, o agricultor é que não soube cuidar delas. Talvez, mas as menos boas não cresceram, apesar dos cuidados serem os mesmos. Ao longo do tempo, o agricultor cuidou da terra, o clima foi sendo favorável e, no final do ano, as sementes saudáveis cresceram facilmente.
No ano lectivo seguinte, 2005/2006, juntou-se à nossa sementeira um conjunto de sementes muito inibidas, caladas, pois sentiam-se despojadas da sua terra de origem. Passado algum tempo, começaram a misturar-se com as outras e foram acompanhando o seu crescimento. Adaptaram-se ao nosso espaço e, penso, acabaram por crescer felizes no meio de nós.
Em 2006/2007, a colheita foi excelente, salvo raras excepções, pois, como diz o ditado, não podemos agradar a Gregos e a Troianos.
Sinto-me feliz e muito lisonjeada pelo título que deram ao vosso/nosso blog. Não sei se mereço tal elogio.
Na minha opinião, as minhas sementes eram muito boas. Claro que, ao longo dos três anos de mútuo convívio, fomos aprendendo a conhecer-nos, a respeitar-nos e a convivermos em família. Cedências de um e de outro, zangas sem importância, conversas, exigências, trabalho e, por vezes, brincadeira, enfim, trabalhámos e divertimo-nos dentro dos limites estabelecidos.
É-me muito grato reconhecer que consegui dar e também receber muito.
Agora que cada um procura o seu rumo cultivem a amizade, mas não se esqueçam destes anos maravilhosos. É certo que vão conhecer muitas pessoas, vão ter novos amigos, mas não soltem os laços que nos unem.
Vou ficar muito feliz, já de bengala, ao saber que estão bem na vida, que são cidadãos de sucesso e que se mantêm amigos como agora.
Lembrem-se que assim como o agricultor tem de cuidar bem da sementeira para obter uma boa colheita, também uma boa AMIZADE precisa de ser bem construída e cultivada.
Mª dos Anjos
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